Oi oi oi, oi oi oi oi. Não vou chamar ninguém pra balançar comigo, mas oi, todo mundo. Hoje eu vou atacar um pouquinho de Hermes, se é que posso dizer algo assim.
Hoje vou contar pra vocês um pouquinho da rotina do Olimpo. E alguns “podres” divinos. Se é que posso dizer algo assim, também. Enfim. Comecemos. Ah, avisando, são só de alguns deuses – dos que eu consegui flagrar algo engraçado.
Afrodite certamente é a rainha da beleza – e com motivos, claro. Mas vocês já a viram em seu soninho da beleza, com bobes (ou seja lá o que forem aquelas coisinhas redondas) e sua máscara com pepinos (aliás, depois de usar aquilo joga-se fora? Que desperdício!)? É uma cena e tanto. Quer dizer, ela que me desculpe, mas… É hilário. Ela me mata se eu postar isso aqui e bem, não corro esse risco. Mas outra cena legal é vê-la sem maquiagem. Observem. E reparem na cara dela… Hehe. Tomei uns tapas depois, mas a foto valeu à pena. Hefesto, ao menos, gostou. Tomara que vocês também gostem.
Já Deméter – ou tia Demi, como alguns deuses vêm a chamando – esconde-se na feira para poder convencer as pessoas a comprarem mais coisas saudáveis. Não é sempre que todos gostam de comer rúcula, mas vai tentar explicar isso pra aquela mulher, cruzes. E bem… Contenham o riso. Hades, essa é pra você, titio.
Por último, o mestre de brincadeiras foi pego tomando banho com um patinho de borracha e uma máscara – a piada do momento “Luke, eu sou seu pai”. É, Hermes, te peguei nessa. Abraço.
Bem, foi isso. Semana que vem venho falar – com conselhos de outras divindades (se eles quiserem falar comigo ou me ajudarem em algo depois dessas fotos) sobre saúde. É, importantíssimo. Enfim. Tenho mais fotos aqui, qualquer coisa, já sabem… Hehe.
Apolo
Olá, semideuses!
Como primeiro post do ano, hoje irei responder algumas perguntas feitas a mim. Enfim. Espero que… Sei lá, entendam, no mínimo, hehe.
Por que você castiga tanto o RJ com dias “infernais”?
Bem… Digamos que não é só no RJ que a situação está assim. Quer dizer, verão! Verão sem calor e chuva não é verão. Claro que às vezes exagero, mas bem, desculpe, então. Mas vai lá, tome um banho de chuva! Ai ai ai ai ai ai ai ai ai ai… Hehe.
Por que a Thalia te chamou de quente? Ela me disse que não é só porque você é deus do sol. Qual é o “outro sentido” da frase? Ainda não entendi. Obrigado. (JACKSON, Percy)
Sabe, Percy, acho que começo a entender porque te chamam de Cabeça de Alga. Deduza, garoto peixe, deduza.
Sente falta das nossas conversas calientes? – Afrodite
Ahn, não sei de nada do que você está falando, desculpe.
Você acha que eu – Afrodite – sou a Deusa mais quente do olimpo? Junto com você, claro.
Não, eu sou… Ah, claro, claro. EI, NÃO. Não, sim. Não, quer dizer… Ah, cara! Quer parar de tentar me pegar? Quer dizer, não pegar pegar, mas… Esquece.
Pra quem você dedica a música musa do verão? – Afrodite
Se eu disser que não é pra você, provavelmente vou ser amaldiçoado pelos próximos três séculos, não é? Enfim, claro que é pra você. Apesar de ser chatinha e dona de um alter-ego que me dá vontade de sair correndo pra longe de você, ainda assim você é uma tremenda… musa. Hehe.
Pergunta direto da Amazônia: por qual motivo mesmo quando chove muito na minha cidade, o sol volta e frita a gente?
Porque, apesar das tempestades, o sol sempre volta a brilhar, meu caro.
Por que motivos o pessoal confunde você com o Sol? Se é apenas um burro de carga? – Zeus.
Ah, querido pai. Não me provoque. Um salve do seu filho que conhece todos os seus segredos e que não tem medo de usá-los. Abraço.
Sol e chuva da casamento de viúva?
Hã?
Chuva e sol dá casamento de espanhol?
Dá? Quer dizer, quê? Birutinha…
Como se sente sendo o recalque do Olimpo?
Como se sente desconhecendo o futuro? Abraço.
Bem, foi isso. Apesar de umas incômodas perguntas, foi isso. Enfim. Provavelmente, repetirei posts assim algum dia, então, se quiserem perguntar algo, comentem aqui! Estejam à vontade. Enfim. Até logo, semideuses.
Apolo
Olá, galera.
Como ontem expliquei como funcionaria hoje, apenas para poupar tempo não explicarei de novo. Hoje conto com algumas indicações de outra pessoinhas. Bem, vamos logo, não é?
Atena: Bem, essa foi a música pedida pela própria deusa. Sei lá por que, nem sabia que Atena apreciava este tipo de música (meio “romântica”, aos meus ouvidos, pelo menos). Talvez a ajude a relaxar para ler um livro ou enquanto vê algo sobre arquitetura, vai saber. Enfim. Ed Sheeran – The A Team.
Apolo
Olá, semideuses. Com esse post, nós…
Não, para. Espera. Não é o último, hehe. Com esse post, inicio os últimos posts – meus – do ano (isso fez sentido?). Hoje, minhas indicações chegam à reta final com “Músicas dos Deuses pt. 2″ e amanhã, encerro. Depois, um post qualquer aí. Não, não é qualquer. Enfim. Começando as indicações!
Repetindo o critério: Essas músicas indicadas hoje são as que melhor me lembram – ou algumas se encaixem – o perfil de cada deus. Como no último post deste gênero indiquei Afrodite, Ares e eu mesmo, agora indico mais 4 deuses para no próximo indicar outros 5, assim, completamos os 12 olimpianos. Hades… bem, deixem pra lá. Enfim, vamos lá!
Dionísio: Bem… O que esse gorducho cabeludo lembra? Não, você não pode me transformar em um golfinho, cara do vinho. Bem, tá, tá. Sai daqui. Enfim, voltando. Claro, além do… vinho (?) e diet coke, festas. Majestosas e grandiosas festas. Ou em uma que se joga banco imobiliário, também, sei lá. Festa é festa. E se tiver diversão, é festa. Então, levante sua taça, vamos brindar a essa festa toda! Hot Chelle Rae – I Like I Like That.
Apolo
Bem, olá.
Vocês sabem o que vai acontecer no próximo dia 21? Quer dizer, tirando toda essa baboseira – desculpem aos que acreditam nessa história, mas em minha pouquíssima idade já vi o mundo acabar umas mil vezes – de fim do mundo e etc. etc. etc., é também o solstício de… Inverno? Depende, claro. No hemisfério norte, é o de inverno sim, porém no hemisfério sul, é o solstício de verão. E você, sabe o que é o tal do solstício? É aquilo de “sol não se mexer” ou ao contrário, também. Há certas – muitas – diferenças entre os dois tipos de solstícios. Deixem-me explicar.
Focando no hemisfério norte. Bem, quando ocorre o solstício de inverno (21 de dezembro) neste hemisfério ou o solstício de verão (21 de junho), primeiro de tudo: definem as estações do nome (?). Quer dizer, o do inverno marca o início do inverno e o de verão define o início do verão. Segundo: no de verão, o dia é o mais longo do ano e, no de inverno, a noite é a mais longa do ano. Isso ocorre por causa da inclinação da terra mediante a linha do equador.
Essa imagem da direita mostra como ocorre o solstício de verão no hemisfério norte. Percebam o eixo de inclinação presente na linha do equador. Bem, esta inclinação é a responsável pela existência do solstício. Curiosidades: na região da linha do equador, é quase impossível detectar a ocorrência de solstícios (ou até equinócios) já que esta separa os hemisférios do mundo. Nos trópicos a percepção ocorre visivelmente quando há a inclinação e, nos polos, digamos que é bem mais fácil saber quando estão ocorrendo estes fenômenos, devido ao fato de que ou é dia ou é noite por 24h ininterruptas. Agora uma das partes legais de tudo isso: a criatividade humana.
No solstício de inverno, como a noite era a mais longa do ano, muitas festividades aconteciam. E, já aproveitando para falar – já que estamos nessa época – que essas festividades deram origem a várias das presentes na noite de Natal. Pois é. Muitas religiões pós-adaptadas ao cristianismo (como na própria grande Roma) moveram suas comemorações do menor dia do ano para a noite natalina. Aposto que muitos de vocês desconheciam isso.
Agora… O Conselho Olimpiano. Bem, deixemos isso para outra hora, não é? Assuntos secretos. Enfim. Entenderam o que é o solstício? Quando der, explico o que são os equinócios.
Até logo, crias e não-crias. Semana que vem é semana de indicação.
P.S: Na imagem, lê-se o seguinte: “verão no hemisfério norte, inverno no hemisfério sul / verão no hemisfério sul, inverno no hemisfério norte”. É o seguinte simples fato de que um é o oposto do outro. Enquanto no hemisfério norte ocorre o solstício de inverno, no hemisfério sul ocorre o solstício de verão e é exatamente isso que vai ocorrer no próximo dia 21. Pra vocês que acreditam no fim do mundo, não esqueçam de fazer uma bela oferenda a Apolo aqui.
Apolo
Hoje é dia de indicações, caros semideuses! Afinal, o título do post é pouco sugestivo.
Bem, vamos começar. Vou explicar como funcionará hoje. Não vou fazer um post indicando normalmente, hoje indicarei as músicas que acho que se encaixam para cada deus. E não, não indicarei tudo de uma vez para deixá-los curiosos. E também por que alguns eu ainda não encontrei uma música que se encaixe… como eu quero. Então, nos próximos posts (de indicações minhas), seguirá esse tema: Música dos deuses. Literalmente.
Então, hoje indicarei apenas três deuses. Aproveitem!
Afrodite: Ela é o amor. E o nome da música é pouco sugestivo. She is love – Parachute. Apenas porque sim.
Ares: É esquentadinho, marrento, e etc, vocês conhecem o grandão. E para o deus da guerra, nada melhor que uma música sobre guerra, não? E essa música é incrível. Aí vai This is war – 30 Seconds To Mars.
E… Eu. Bem, como eu realmente não sei me descrever, vou indicar a música que eu mais escutei durante a semana. Não é lá muito conhecida, mas vale a pena conferir. Light on – David Cook. E na versão acústica.
Apolo
Olá, semideuses.
Hoje o assunto vai ser meio típico para mim. O Oráculo de Delfos. Bem, pelo que sabem – devido à convivência no acampamento, suponho – a noção básica é de que se baseia em uma bênção (minha) concedida à mortais e semideuses para que possam dar uma bisbilhotada no futuro. Mas… digamos que não seja tão simples assim.
Na antiguidade, o Oráculo de Delfos se situava na cidade de Delfos – dã -, aos pés do Monte Parnaso, bem no centro da Grécia. O tempo, na realidade, era dedicado a mim, então também é conhecido como Templo de Apolo. Os mortais iam constantemente ao local, perguntar sobre problemas cotidianos (amor, dinheiro, previsão do tempo), recebendo profecias como respostas. Mas… por que ali? A história é meio longa. Bem, lembram-se de Píton, a serpente? Pois é. Antes, ela abitava Delfos, e, depois que a matei, ela caiu em uma vala (e por apodrecer, exalava gases… tóxicos) e, na crença dos mortais, sempre que uma sacerdotisa se submetia a sentir esses tóxicos, ela recebia o dom da profecia (na verdade, eles acreditavam que eu possuía seu espírito, mas esqueçamos essa parte). Daí a denominação da oráculo: pítia – ou pitonisa. Dos gases da serpente Píton. E daí também a localização de meu templo: Delfos. Em homenagem a mim – pela morte de Píton.
Delfos foi um dos lugares – senão o mais célebre – mais importantes para a religião da Grécia Antiga. Mortais acreditavam também que os deuses infiltravam-se entre os sacerdotes, quando necessitava passar alguma informação muito importante a eles ou a filhos perdidos. Já isso eu não posso negar nem afirmar nada, já que bem… Tem vários outros deuses por aí, para quem que vocês podem perguntar. Enfim.
Semana que vem é semana de indicação! Até lá.
Apolo
Olá, semideuses.
Como eu prometi na minha última passagem por aqui, hoje é dia de indicações. Espero que aproveitem!
Faz aproximadamente um mês que eu estou com uma fixação enorme por piano. Sim, piano. O som me faz querer compor e inventar novas melodias e até tons, me faz imaginar coisas incríveis. Me acalma e me dispersa, me concentrando ao mesmo tempo. E é por isso que, como a primeira indicação venho trazer-lhes a música River Flows In You – Yiruma. Deliciem-se assim como eu me delicio ouvindo-a.
Esse cara só pode ser descrito com uma palavra: incrível. Pois é. John Mayer possui um estilo único e incomparável. Essa música trata-se de um pé na bunda que levou e como não poderia voltar à Los Angeles (onde a mulher morava) com medo de vê-la e, mesmo assim, confuso por ficar sem vê-la (I’d die if I saw you / I’d die if I didn’t see you). É, Afrodite pregando suas peças novamente.
Essa é de uma banda desconhecida, mas isso não significa que não seja boa. Muito – muito mesmo – pelo contrário, é incrível. Tocante, possui uma bela melodia e completamente cativante, da banda You Me At Six (como não quero repetições aqui, se estiverem desocupados, escutem também Safer to Hate Her, dessa mesma banda).
Apolo
Olá, amorecos.
Hoje vou discursar sobre um tema agradável. Muito mesmo. Sabem quando vocês assistem um filme e ele tem uma música marcante? Então, é sobre isso que irei falar hoje. Os temas de filmes, ou seja, a música mais envolvente de alguns clássicos, como o da foto. E eu sei que vocês sabem que eu sei que vocês sabem que filme é.
Normalmente as músicas de cada filme são nomeadas de acordo com o próprio filme – quando são feitas especialmente para ele. Na saga Harry Potter, por exemplo, as músicas (em grande maioria, senão todas) eram feitas especialmente para os filmes. Por isso o nome das músicas – Hedwig’s Theme, Dragon Flight, Entry Into The Great Hall And The Banquet, Lily’s Theme, etc. Na saga As Crônicas de Nárnia, há certa mistura de músicas que são próprias para o filme com outras que simplesmente se adaptam, como The Call, de Regina Spektor, que se adéqua indubitavelmente (desculpem, estou pretendendo ampliar meu vocábulário) ao destino de Suzana e Caspian, mesmo que esse destino não seja… correto ao do livro, é. Enfim.
Normalmente, vários artistas postam suas interpretações dessas músicas. E elas me chamam a atenção pelo fato de exalarem um grau de qualidade incrível. O de Piratas do Caribe, por exemplo, por um pianista no mínimo incrível. Segue o vídeo.
A partir de semana que vem, voltarei com as minhas indicações. Mas não será de bandas, e sim de músicas. E de todos os tipos, esperem desde música erudita clássica ao clássico rock. Até lá, doçuras!
Apolo
Olá, doçuras. Certamente que vocês – principalmente meus filhotes – sabem o que significa isso. Essa é a tão conhecida escala musical, que, no caso, é crescente – se fosse decrescente, seria ao contrário (Si Lá Sol Fá Mi Ré Dó).
A escala pode começar a partir de qualquer nota, mas para concretizar-se como uma, há a necessidade da primeira nota repetir-se uma oitava acima. Aliás, o que é uma oitava? Vocês já devem ter ouvido falar. A oitava é justamente a escala, uma acima ou uma abaixo. Assim, quando você está uma oitava abaixo do tom necessário, está uma escala abaixo da nota necessária para completar o tom. Lembrando também que tom e timbre são coisas diferentes (completamente!) e que cada instrumento musical dispõe de certo número de escalas.
Voltando ao assunto. A escala musical também é representada por letras. C D E F G A B. Claro, varia de país para país. Essa é a escala mais comum, a escala em inglês. A em alemão é C D E F G A H. Essas letras também representam os acordes, a base da harmonia. Os acordes são representados quando as notas estão em altura diferentes, mas em ordem simultânea. Quando as notas estão apenas em sequência e em alturas diferentes, é formada a melodia. E é isso que se acha em uma tablatura ou em uma partitura.
As “imagens” de notas musicais mais conhecidas são as já utilizadas nas partituras ou as claves, que indicam o início. A mais conhecida de todas é a clave de sol, que por exemplo, quando indicada na segunda linha de uma partitura, assinala o nome dela. Então, a segunda linha chama-se Sol, o espaço entre a segunda e a terceira, Lá, e a 3ª linha, Si. E sempre assim.
Esse é o conceito mais básico de escala musical possível, semideuses. Falta muita coisa, e espero ter tempo de falar para vocês outro dia. Quem tem alguma afinidade com instrumentos musicais provavelmente já tinha conhecimento de tudo isso, então, sabe que está meio que bem incompleto. Enfim.
Até mais, semideuses.
Apolo
















