O “MTV Movie Awards” é uma premiação anual onde o público decide os melhores em diversas áreas das produções cinematográficas de Hollywood. Neste ano, Logan Lerman foi indicado duas vezes nas categorias “Melhor Beijo”, pelo beijo com a atriz Emma Watson no filme “As Vantagens de Ser Invisível” e “Melhor Momento Musical” pela cena onde o trio principal de “Perks”, Emma Watson, Ezra Miller e Logan, estão no baile do colegial, dançando a música ”Come On Eileen“.
Alexandra Daddario também foi indicada, na categoria “Melhor Performance Assustadora”, pelo filme de terror “O Massacre da Serra Elétrica 3D”!
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A premiação acontece dia 14 de abril na cidade de Los Angeles, sem confirmação da presença de ambos atores.
Não deixem de votar e pedir colaboração aos seus amigos! Eles merecem estes prêmios, não é verdade?
Adicionamos em nossa galeria, um photoshoot feito pelo fotógrafo Ben Watts com os atores Logan Lerman e Emma Watson durante a divulgação de “As Vantagens de Ser Invisível”. Confira-nas abaixo:
Fonte: Watson Lovers Brasil.
Ontem (23/02), ocorreu nos Estados Unidos, na Califórnia, o “Independent Spirit Awards”, uma das premiações que antecedem o Oscar e “As Vantagens de Ser Invisível”, filme com Logan Lerman, ganhou na categoria “Melhor Primeiro Filme”! A atriz Nina Dobrev compareceu à premiação e recebeu o prêmio em nome do elenco e a equipe do filme.
Que venham mais prêmios para “Perks”!
Fonte: Team ALB Brazil.
Todas as entrevistas foram traduzidas pelo site Team ALB Brazil.
O site Inside Movies publicou uma entrevista que eles fizeram com Logan Lerman. Por causa do lançamento do DVD do filme “As Vantagens de Ser Invisível” nos Estados Unidos, onde Logan interpreta o personagem Charlie, eles divulgaram um vídeo exclusivo do DVD, intitulado “O melhor verão de todos os tempos”. Confira a entrevista e o vídeo abaixo:
EW: É bem raro para um autor não apenas adaptar o seu próprio livro, como também dirigir o filme. Como foi trabalhar com Stephen Chbosky no set?
Logan: Foi ótimo. Ele foi um ótimo trunfo para ter por perto. Ele foi a folha de dicas para toda a história. Em qualquer momento em que eu tinha uma pergunta, ele foi o cara para quem eu ia. Eu amei trabalhar com ele. Foi o set mais apaixonado em que eu estive. Havia uma vibração, um combustível ali. Ele realmente fez com que todo mundo sentisse como se fosse o filme deles, quando no fim do dia, na realidade era dele.EW: Tem uma cena no início do filme onde toca “Come on Eileen” no baile, e Charlie dança até Patrick e Sam. Como foi gravar essa cena?
Logan: Foi muito divertido. Isso foi por poucos dias, quando nós estávamos tentando gravar todas as cenas naquela localização. Na maioria das vezes, nós estávamos aperfeiçoando a dança que Emma e Ezra fizeram, uma coisa meio coordenada. Isso levou um bom tempo. E então foi, “Certo. Eu vou apenas improvisar e dar a eles algumas opções.” Então eu dei à eles algumas opções. Foi divertido porque isso se tornou apenas se divertir pelo set, só dança.EW: Então a dança de Emma e Ezra foi altamente coreografada, e você apenas se jogou nela?
Logan: Sim, eu não queria mostrar a eles o que eu ia fazer. Então havia um monte de gravações porcaria, um monte de coisas ridiculas. Eu não sei o que diabos eu estava fazendo, e Charlie também não, então isso funcionou bem.EW: A música estava tocando no set?
Logan: Sim, estava. Depois de um tempo, aquela música se tornou um pouco irritante. Depois da 70ª vez tocando.EW: Então não é uma música que você queira estar escutando brevemente.
Logan: Você sabe, que o que é engraçado é que eu ouvi mais de 100 vezes, eu diria, e eu ainda não sei a letra. Eu apenas sei “come on Eileen”, e do resto eu não tenho ideia.EW: O elenco falou um monte sobre o quão rápido eles se conectaram. Houve algum momento em que você percebeu que isso funcionaria, que todos vocês se dariam bem?
Logan: Sim. Nós todos basicamente viviamos juntos, e nós estávamos saindo toda hora. Cada segundo de cada dia nós estávamos juntos. Nós voltaríamos para os nossos quartos do hotel no final do dia, e sairíamos. Nós olhávamos um para o outro e diziamos, “Nós não temos ideia nenhuma do que esse filme será. Pode ser terrível. Pode ser bom”. Você nunca sabe. Mas independentemente disso, sempre será bastante especial para nós porque vivemos tantos momentos bons fazendo o filme e nos tornamos amigos íntimos durante o processo. Mas felizmente, nós todos vimos o filme e ficamos, “Oh, hey, funcionou. É muito bom.”EW: Você fez outro filme com Emma, Noah.
Logan: Sim, é a primeira vez para mim. É bem raro que isso aconteça, trabalhar com alguém tão próximo do último filme que nós fizemos. Nós estivemos em locais apertados por um tempo.EW: Em Perks, Emma tem um sotaque americano.
Logan: Nós tivemos o papel reverso em Noah.EW: Como essa dinâmica funcionou? Você a ajudou em Perks, depois ela te ajudou em Noah?
Logan: Eu não chamaria de “Britânico” o que eu tive que fazer [Para Noah]. “Atlântico Central”, é assim que eles chamam. Eu não sei o que é isso. No set de Perks, ela estava um pouco nervosa, mas ela fez um ótimo trabalho, e ela trabalhou duro. Nós todos estávamos lá para ela, o elenco inteiro. Em qualquer momento em que ela tivesse uma pergunta, ela normalmente viria para mim – “Como se fala isso?” Nós dizíamos a ela. Foi um time bom.EW: Noah é radicalmente diferente de Perks. Havia algo similar entre os dois sets?
Logan: Oh, não. As vibrações eram completamente diferentes. Mas foi legal ter aquela familiaridade com um amigo porque foi um set muito intimidador. Foi muito mais assustador de se entrar do que em Perks.EW: No que você está trabalhando agora?
Logan: Eu estou procurando coisas agora, apenas tentando achar aquilo. Eu acabei de terminar Noah, estou apenas olhando para a próxima coisa de que eu sou apaixonado. Mas é legal ter algumas semanas de folga.
GG: Sobre o que é As Vantagens de Ser Invisível?
Logan: É a história de Charlie, um menino bastante introvertido e tímido, com um passado cheio de dor do qual você nunca realmente supera, encarando a entrada do colegial, um mundo totalmente novo para ele e sem amigos. E essa é o primeiro objetivo, tentar superar os medos e fazer amigos. De algum modo ele consegue, quando ele é levado pelo gosto de um monte de caras no ano passado para ajudá-lo se ajeitar no colégio e fazer com que isso seja uma nova experiência para ele. É basicamente uma história sobre amadurecimento, sobre uma idade de transição. Os problemas do filme são bem universais, assim como o entendimento de quem nós realmente somos e aceitar como nós somos, ou como fazer amigos e aprender a confiar neles e vice versa, para ser capaz de escutar e ser presente para as pessoas que importam para nós.GG: O que te fez aceitar o papel de Charlie?
Logan: Quando eu li o roteiro eu estava sobrecarregado com as emoções. Essas pessoas são tão reais e interessantes. Inicialmente, eu não sabia quem eu queria fazer, mas eu sabia que queria ser parte do filme, de qualquer modo.GG: Como foi trabalhar com o diretor, Stephen Chbosky?
Logan: Foi importante ter Stephen como o diretor. Ele é autor do livro, e também fez a adaptação para o roteiro e o diretor. E mesmo que fosse a primeira vez dele atrás das câmeras, ninguém poderia ter feito melhor. Certamente, sua paixão era contagiosa, era importante para ele mostrar à todos o que nós tinhamos em mente para essa transposição para tela do livro. Claro, ele sabia cada pequeno aspecto da história e sobre os personagens, e isso definitivamente ajudou. Talvez o filme não seria o mesmo se não fosse pela paixão e energia de Stephen.GG: Todos vocês começaram a atuar bem jovens, você, Emma, Mae, Ezra. O que fez você decidir ser um ator?
Logan: Eu comecei com isso quando tinha 7/8 anos. No começo, era quase que um hobby, uma forma de sair da escola e me divertir. Eu sempre amei filmes, mas eu não achava que isso se tornaria um emprego para mim. Mas eu gosto de ter meu hobby como profissão.GG: Há uma memória especial desse filme que você se recorda?
Logan: Acho que quando nós gravamos a cena no túnel. A experiência é única. Eu lembro como foi entrar atrás da caminhonete e ficar de pé. Nós saímos do túnel e vimos as luzes da cidade. Eu nunca havia vivido uma experiência assim antes. Você não consegue descrever em palavras o que tem sido forte.
Logan Lerman não era um Invisível no colegial. “Eu estava em algum lugar entre nerd e legal. Eu não era como meu personagem no filme.”
O filme sobre o qual ele está falando, é claro, As Vantagens de Ser Invisível, do qual o DVD chega nas prateleiras hoje. “É sobre um cara entrando no colegial pela primeira vez, e tentando fazer amigos.” Lerman explicou. “Ele acaba conhecendo um grupo de veteranos que o levam sob suas asas e o apresentam à coisas que ele nunca havia experienciado antes. É uma história de amadurecimento real.”Na verdade, é uma história de amadurecimento na grande tradição de Say Anything de Cameron Crowe ou The Breakfast Club de John Hughes, onde se trata da importância do assunto e sobre os protagonistas adolescentes como humanos dos quais vale a pena levar a sério – algo de que nem todos os filmes adolescentes estão acostumados a fazer. Lerman acredita que a razão para o filme ser um sucesso em fazer seus personagens jovens relacionáveis, está em seu tema: “Há um monte de temas universais ali. Na sua essência, é realmente um filme sobre se descobrir, o que é algo com o qual todo mundo consegue se relacionar.
Outra coisa que diferencia As Vantagens de Ser Invisível é o fato de que ele é baseado em uma amada série de 1999, do qual o autor – Stephen Chbosky – também escreveu o roteiro do filme e pegou o emprego de diretor. Lerman explica, “É raro ter o autor do livro escrevendo o roteiro e também querendo dirigir o filme. É o primeiro filme dele, e o fato de que ele conseguiu a permissão para levá-lo adiante apenas mostra que cara apaixonado ele é.”
Além de Lerman, o filme também estrela um grande elenco de jovens atores, incluindo Emma Watson, Ezra Miller, Mae Whitman e Nina Dobrev, todos extremamente bem chamados para o elenco, um fato que Lerman credita inteiramente à sensibilização e conexão com a própria história de Chbosky, “Nós fomos sortudos de termos um grupo de jovens atores tão bom para o filme. Isso tudo é graças à Stephen que tem uma conexão tão boa com todos os personagens que ele sabia especificamente o que e quem ele queria para cada um.”
Finalmente, As Vantagens de Ser Invisível é o tipo de filme que faz você se lembrar de seus próprios dias de colegial com carinho, mesmo que você não fosse tão prejudicado quanto os personagens do filme. “Eu não era exatamente como Charlie, mas eu o entendo bem o suficiente”, revela Lerman. “Eu era o cara dos filmes, sempre fazendo curtas com meus amigos, então eu acho que isso me diferenciava em um modo que me ajudou a me relacionar [com o personagem].”
Na entrevista com o site Hollywood Chicago, Logan fala sobre “As Vantagens de Ser Invisível” e “Percy Jackson”:
Hollywood Chicago: Em ‘As Vantagens de ser Invisível’, você faz o papel de um jovem mentalmente instável. Como é que a fonte da história, o escritor/diretor Stephen Chbosky, fez você ficar ciente de como abordar a doença, a não explorá-la, fazê-la parecer trivial ou não real?
Logan: Ele tinha muita confiança na nossa colaboração, ele me permitiu descobrir. Muitas vezes era só eu tentar baixar o tom, escolhendo o ponto certo no material para torná-lo uma progressão natural, de ‘A’ para ‘B’, como escolher momentos certos para ter um efeito maior no final. Havia um monte de vezes, quando ele não funcionou, quando eu estava tentando chegar lá muito depressa, mas foi um processo interessante que se manifestava.Hollywood Chicago: Você teme uma má interpretação, pois o seu personagem possui um estado mental estável?
Logan: Sim, mas o medo foi o combustível para trabalhar fora e ter certeza que ele foi bem sucedido. Demorou muito tempo com o roteiro e eu imaginei o filme na minha cabeça tentando descobrir pontos que precisavam ser atingidos.Hollywood Chicago: Onde foi que você se conectou de forma mais aguda com Charlie? Que elemento da sua experiência você acha que melhor define a jornada quando interpretou esse personagem?
Logan: Para começar, eu sou um tipo diferente de pessoa. Eu não sou como Charlie pessoalmente, mas o aspecto de seu dilema – e do que estava acontecendo em sua vida – era algo que eu realmente relacioanava, em termos de minha própria vida e amizades. É sobre as pessoas que em confio e sabe em quem ter confiança, é realmente importante para mim e eu certamente compreendi a partir de sua perspectiva.Hollywood Chicago: Dado que você nasceu em 1992, como é que Stephen Chbosky obteve todos os jovens atores a sentir esse período, antes de telefones celulares e internet instantânea. Como foi a parte de criar essa atmosfera?
Logan: Steve não teve necessariamente, um grande papel nisso, foram os atores que investiam no filme e no que estava acontecendo. Eu posso falar pelos outros, mas para mim foi sobre como isolar-me no ambiente em que estávamos, com o elenco em Pittsburgh. Eu tentei ficar longe da rede mais ampla de comunicação, e viver com esses caras. Eu vivia em uma bolha.Hollywood Chicago: Desde que você mergulhou naquela época, você acha que há uma vantagem de não estar tão conectado?
Logan: Sim, 100% de vantagem. [Risos] Hoje é muito diferente, porque todo mundo sabe onde você está.Hollywood Chicago: Desde que você começou como ator mirim, que técnicas de preparação é mais diferente para você agora do que quando criança? Em outras palavras, como você evoluiu em sua preparação?
Logan: Cada personagem é diferente, e requer um tipo diferente de preparação. Para mim, eu aprendi um monte com atores que eu tive a sorte de trabalhar, que eu realmente aprecio. O que acontece é que você faz o que você precisa fazer como ator para se acostumar com um personagem e no set em todos os sentidos, e o sentimento de liberdade no set sem restrições.Hollywood Chicago: Você teve que se conectar com alguns atores magnificos, Ezra Miller e Emma Watson. O que você observa neles que você acha que os faz tão distintos como atores? E o que você pode falar sobre Emma Watson de que o resto do mundo não saiba?
Logan: Eu duvido que ela gostaria que eu mencionasse isso. [Risos] E eu tenho certeza de que todo mundo quer saber. Talvez o preço seja justo… [Risos]. Ela é incrivelmente trabalhadora e inteligente, e em termos de trabalhar com Ezra e ela, é apenas dois jovens atores talentosos com os quais eu gostei de passar o tempo.Hollywood Chicago: Você também assumiu uma franquia, a série Percy Jackson. O que faz a pressão diferente para um filme nesse nível versus para um filme com personagens independentes que são ao seu favor? Emma Watson te deu alguma dica sobre estar em uma série?
Logan: [Risos] Ela não me deu nenhuma dica, mas nós conversamos sobre isso. Percy é uma série diferente de Harry Potter, nem equivalente, em termos de popularidade. Trabalho de personagem versus algo como Percy estão em dois níveis diferentes, não há tanta substância em algo como Percy Jackson, é algo mais desafiante fisicamente, trabalho com cabos e tudo isso. Criativamente, é muito mais satisfatório fazer um personagem complexo como em Perks.Hollywood Chicago: Você era o líder na série de TV de Jack and Bobby. Que elementos de estranhas jornadas de politicos você tirou daquele programa, e ele ajudou a você se relacionar com uma pessoa no abismo de ser um líder, como Barack Obama?
Logan: Não totalmente. Até Obama não era o líder naquele ponto da sua vida. Eu ainda era uma criança quando eu fiz o papel, muito novo para ter alguma perspectiva ou profundidade dentro dela, no meu processo de pensar no momento. Foi apenas um drama familiar para mim como um ator mirim, e eu não pensava sobre a sensação mais ampla do show. Eu gostei de fazer isso.Hollywood Chicago: Sua biografia sustenta que você sabia que queria ser um ator em uma idade precoce. Você acha que alguns elementos da frase famosa de Oscar Wilde, “Tome cuidado com o que quer, porque você talvez consiga isso”, na sua carreira, ou a profissão que você quis por toda a sua vida continua a te dar satisfação completa?
Logan: O que é legal sobre onde eu estou agora é que eu sinto que eu estou em uma posição para fazer um trabalho que é criativamente satisfatório, e isso é ótimo. Tornou-se uma carreira agora, e as coisas podem mudar, mas que quero continuar fazendo isso a não ser que chegue a um ponto onde se torne apenas um emprego, para pagar as contas, e aí pode se tornar velho.Hollywood Chicago: Quem é a pessoa mais legal que você já conheceu no ombro a ombro com as celebridades, e como essa pessoa atendeu às suas expectativas quando você finalmente conseguiu conversar com ela?
Logan: Foi em “Perks”. Eu estava fazendo uma exibição preliminar na casa de alguém, e o Senhor Paul McCartney foi um dos convidados. Havia aquele parte do filme onde Charlie dá um CD para Sam [personagem de Emma Watson], e foi um CD dos Beatles. Foi uma grande parte do filme, e ali estava Paul assistindo. Ele veio até mim depois da exibição, falou comigo, e ele foi tão legal, gracioso e falou coisas gentis. Eu sou um grande fã, e eu acho que isso é tão legal quanto se torna.Hollywood Chicago: Finalmente, que poder você pessoalmente daria a Percy Jackson, que ele não tem, e porque você daria esse poder?
Logan: A habilidade de voar, porque diabos não? [Risos]
ETOnline: Perks realmente atingiu os sentimentos da audiência – que tipos de reações você tem recebido?
Logan: Eu meio que estive isolado trabalhando [em Noah, de Darren Aronofsky] nos últimos meses, mas quando eu voltei para LA, o lugar número um de onde eu recebi a maioria dos comentários foi quando eu estava visitando meus amigos na faculdade. Os estudantes pareceram se conectar com o filme em um jeito que eu não esperava. É emocionante, e está sendo tão bom de ver.ETOnline: Você teve de imaginar que você tinha uma grande conexão com o roteiro quando você o leu pela primeira vez?
Logan: Sim, e foi uma das leituras, eu nunca pensei que isso já havia acontecido comigo, onde depois de ler, eu apenas soube que era maravilhoso. Eu o dei para toda minha família lê-lo porque era bom daquele jeito. Eles concordaram que era incrivel. Era o tipo de script que eu queria ler repetidamente. Eu apenas amei o material. Depois, o modo de investigação se lançou e ele se tornou um tipo diferente de leitura.ETOnline: Que tipo de preparação você fez?
Logan: Eu apenas li um monte de coisas diferentes, mas foi muito legal ter Stephen [Chbosky, escritor/diretor] por aqui, porque ele sabia cada detalhe sobre o projeto e cada personagem. Eu poderia recorrer à ele para todas as minhas questões; Ele foi quase que minha folha de dicas.ETOnline: Foi difícil sair do personagem de Charlie no fim do dia?
Logan: Eu não realmente saí dele durante as gravações. Eu fiquei dentro dele por aquele periodo de tempo. Não foi difícil ficar dentro dele, mas também não foi confortável. Foi estranho; foi como se eu voltasse à ter 15 anos, e eu não queria reviver aquilo, foi tão estranho naquela época também.ETOnline: Você tem uma cena favorita?
Logan: O filme inteiro foi divertido de fazer, mas eu amei quando todo o elenco jovem estava junto, [então] pessoalmente, minha favorita é a cena de Verdade ou Desafio. Eu amo aquela cena. Eu adoro aquela tensão estranha.ETOnline: Você foi de filmar esse filme bem íntimo à filmar dois filmes grandes – A sequência de Percy Jackson e Noah – você tem uma preferência em termos de experiência?
Logan: Eu definitivamente quero me afastar de fazer a mesma coisa duas vezes. Com Noah, foi apenas minha atração com o diretor. Eu queria tanto trabalhar com ele e apenas aconteceu de ser esse grande, épico filme. Há mais reclamações em um filme grande. Um monte de “apressar e esperar” em um grande filme como esse. É muito diferente o processo de fazer o filme.ETOnline: Você faria um filme no qual você não necessariamente gostaria de trabalhar com um diretor que você ama?
Logan: Acho que sim. Lá no fundo, se há um grande diretor fazendo um filme com um personagem que eu não gosto, eu provavelmente ainda o faria apenas para trabalhar com o diretor. Isso realmente se reduz à colaboração no fim do dia. Com Perks, foi um ótimo personagem com um ótimo roteiro, mas eu tinha um diretor do qual eu não tinha nenhuma referência. Mas quanto mais cedo você se senta para conversar sobre o filme com Stephen, a paixão dele se mostra, então eu me senti confortável em investir minha carreira e confiança nas mãos dele.ETOnline: Stephen mencionou a idéia de uma possível sequência – para ver onde as crianças acabam mais tarde na vida. Você confiaria nele para voltar e fazer Charlie outra vez?
Logan: Não. [Risos]. Não sei se isso é o que eu deveria falar – Eu não sei se as pessoas querem me ouvir dizer isso, mas eu não consigo imaginar uma sequência para ele. O que diabos poderia sair de As Vantagens de Ser Invisível 2? Agora eles estão mais velhos, mas felizes para sempre não existe realmente para o invisível. Não. Eu não quero imaginar isso.
Fontes: Inside Movies, ETOnline, Examiner, Hollywood Chicago, Ginger Generation e Team ALB Brazil.
Traduções e Adaptações: Team ALB Brazil.
Faltando poucos dias para o lançamento da versão em DVD do filme “As Vantagens de Ser Invisível”, com Logan Lerman, foram divulgadas cenas que não estão presentes no mesmo. Confira-nas abaixo, seguidas de suas descrições:
Neste vídeo, uma das cenas Charlie leva a sua irmã Candace para uma clínica para fazer um aborto e a outra mostra Charlie quando pequeno, ao lado de sua tia Ellen enquanto Candace dormia:
Esta cena é onde Charlie chega na clínica após uma recaída: E nesta, só quem leu o livro irá entender, é quando Charlie lê seu poema na frente dos amigos. Veja-a neste link.
Fontes: Ezra Miller Brasil e Oh Nina Brasil.
ATUALIZAÇÃO:
Foram divulgadas novas cenas deletadas que estão no DVD, recém lançado nos Estados Unidos. Confiram abaixo:
O Writers Guild Awards é uma das várias premiações que antecedem e indicam filmes que podem concorrer ao Oscar e é organizado pelo sindicado de roteiristas de Hollywood. Recentemente, foi divulgado a lista dos indicados e “As Vantagens de Ser Invisível“, filme com a participação de Logan Lerman, está presente nela, concorrendo na categoria “Melhor Roteiro Adaptado”.
A cerimônia de premiação acontece no dia 17 de fevereiro.
Fonte: Omelete.



































